sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Teste Parte II

Eu gostava mesmo era de partilhar o post com o título "Como é que passaram 20 anos" mas a Blogger não está a colaborar... 

Teste...

Porque raios não consigo partilhar o post anterior?

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Como é que passaram 20 anos?

Hoje fui invadida de nostalgia pelas recordações que me trouxe From the Sky Down, mas comecemos do início, Achtung Baby.

Ontem, andava eu a passear-me pelo You Tube e apercebi-me, mais uma vez, do quanto eu sou distraída. SOCORRO!! Então não é que anda aí um DVD a piscar-me o olho cada vez que vou à fnac e o gajo ainda não estava a morar cá em casa, como é possível? É que até me lembro de distraidamente comentar em nota mental o facto de a capa e do título serem originais, From The Sky Down, bom título...


Ora, como não gosto de perder tempo, hoje, logo de manhã, desloquei-me à fnac mais próxima... para ser perfeito só se fosse em VHS, e claro, se eu tivesse um leitor VHS em casa para poder ver o filme.

Quem viveu esta aventura comigo, ou como eu vivi entende, há 20 anos, bem há 20 anos não havia internet, comprávamos o Blitz religiosamente e víamos o Top+, éramos adolescentes tão iguais aos de hoje, mas com dramas diferentes... Achtung Baby foi o meu 3º CD, mas o primeiro que fui eu a escolher comprar mesmo não sabendo pronunciar o titulo.


Graças ao Blitz, ao Top+ e a um cartaz colado no portão da escola a anunciar uma festa num bar da Rua de Cedofeita conheci algumas das pessoas com quem vivi dos momentos mais intensos da minha vida, algumas de quem perdi o contacto, algumas que já nem recordo o nome, mas que contribuíram para a formação do meu carácter, todos unidos pelo amor a uma banda, todos diferentes, todos fans...

Os mais novos, agora, são privilegiados pelo acesso a tudo, pelo acesso à informação. Quando eu com 15 anos me desloquei a Lisboa, com os apontamentos de Filosofia debaixo do braço, e maravilhada porque ia para o meu 1º concerto, e porque ia ver os meus ídolos não sonhava que a iria ter uma filha que aos 2 anos iria ver o Panda e aos 3 seria fan de uma banda, ok, para crianças, e iria andar tipo adolescente doida atrás deles em todos os showcases fnac... há 20 anos se o conceito showcase já existia, não era por cá, muito menos as lojas fnac...




sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

No escurinho do cinema...

Ontem decidi que hoje ia passar o dia com a minha piolha eléctrica, eu sei, há algo de masoquista em mim, mas acho que faz parte da vida mimar as crianças e achei que seria um bom dia...

Depois de uma noite mal dormida, e de ser arrancada da cama às 7 da madrugada, deparei-me com um céu cinzento, bolas, pensei, lá se vão os planos de brincadeiras ao ar livre. Decidi fazer-lhe a vontade e ir ao cinema, primeiro filme no grande ecrã, para maiores de 4, ok, seja, vamos lá ver os esquilos a cantar Lady Gaga.

Peregrinação ao Norte Shopping, sim, loucura, ir ao Norte Shopping no dia anterior à véspera de Natal, mas onde é que eu deixei o juízo?

Mesmo em cima da hora, lá comprei os bilhetes, fiz uma finta às pipocas, engoli um café, fiz a visita da praxe ao WC e mesmo a tempo entramos na sala...

Até ao intervalo tudo tranquilo, depois, bem, depois já era tempo a mais sentada e acho que o filme perdeu o encanto, mas podia ter corrido pior, bem pior!!

domingo, 18 de dezembro de 2011

A pele que há em mim

Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pela que há em mim
Tu não sabes nada...

Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, pra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Pra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
O teu colo a ferver
O teu sangue de flor
Já não quero saber.

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada
O meu barco vazio, na madrugada
Vou deixar-te no frio
Da tua fala
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Boas Festas

Este ano não estou a conseguir entrar no espírito, mas claro, para a minha bebé não vai faltar nada...

Dias de chuva...

A minha piolhinha hoje não foi à escola, ontem foi a festinha de natal da infantil e hoje a dos "grandes"... Amanheceu de chuva, e à hora do almoço piorou. A muito custo lá a convenci a dormir um bocadinho, vi o cartaz do cinema, as trailers dos files infantis, procurei e dei voltas à cabeça a pensar em como iria ocupar a tarde. 

15h lá fui eu até ao canto mais colorido e fofo da casa, sessão de beijinhos e abraços e, com calma lá comecei a explicar que estava chuva, podíamos ir ao shopping, mas se calhar está cheio...

Mamã, vamos ficar em casa a brincar!

Pintamos uns desenhos, vimos a Sininho e brincamos às fadas... é mesmo maravilhoso o mundo das crianças...

domingo, 4 de dezembro de 2011

Coisas que acontecem...

- Íris, as galochas estão bem?
- Sim, mamã.
- E andas bem?
- Sim.
- Não te parecem ao contrário?
- Não.
- Mas estão!
- Não estão nada, mamã, foste tu que calçaste-mas...
- Tens rezão, filha, estão bem...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Aqui há gato...

Riscas & Patanisca

Neste momento só me ocorre que estou entregue à bicharada, mas literalmente... Todos os dias me queixo do quanto a casa é pequena, do pêlo do cão por todo o lado, e do pêlo por todo o lado, e mais pêlo... ora bem, o que é que se faz? Sei lá, arranja-se um gato!...

A Riscas mudou-se para cá no Halloween e está a dar-se bem, já se acomodou e fez amigos, quer dizer, dão-se como cão e gata, ela corre, ela vai atrás, ela trepa, ela salta, ela come, ele fica a olhar... é uma alegria!

sábado, 22 de outubro de 2011

O leite vem do pacote...

Conversa com a piolha hoje de tarde, em plena A28 cerca do leite:

- Sabes de onde vem o leite?
- Sei, mamã, do pacote.
- Não filha, o leite vem das vaquinhas...
- Não, mamã, vem do pacote!
- Íris, há uns senhores que tiram o leite das vaquinhas e depois põe nos pacotes para as mamãs comprarem no supermercado...
- Então as vaquinhas brancas dão leite branco e as pretas dão leite com chocolate?

(... risos).

Pergunto-me, seguindo esta linha de raciocínio de onde virão as laranjas...

@ ikea Matosinhos

Gato escondido...


Gato, o meu animal de eleição, simplesmente adoro... A família encontra-se em negociações, parece que vamos ter uma gatinha cá em casa, chama-se Riscas, tem 3 meses e é uma doçura... Vamos ver se a Riscas vai passar o inverno quentinha, vamos ver...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Dia do filho

Decididamente a minha enxaqueca anda a aniquilar a minha veia comunicativa, mas, como hoje é dia do filho, decidi partilhar uma das últimas da minha pestinha:

- Íris, não faças barulhos! (pede a mãe, eu, em desespero, enquanto ela bate furiosamente com a colher no prato)
- Eu não estou a fazer barulho, mamã, é música...

Fazer o quê?


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Crescer na cidade do Porto implica ter uma fotografia no roseiral dos Jardins do Palácio de Cristal junto à fonte do menino a agarrar o pato. Eu tenho, o Zé tem, e agora a Íris também tem...

Palácio de Cristal

...só lamento que o roseiral não esteja tão bem tratado como há 30 anos atrás.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Férias...

Para não variar, a viagem não foi no dia nem hora marcada, a piolhinha não sabia de nada, levantou-se cedo, bebeu o leite e pediu-me para ir ao shopping, sorri, e disse que sim... Quando chegamos ao aeroporto ouvi uma vozinha do banco de trás: 

- É aqui que se vem buscar o papá, não é mamã?
- Sim filha, é aqui...
- E ele vem?
- Sim...

Claro que, para não variar o avião atrasou, desta vez foi o nevoeiro e após estacionar o carro recebi uma sms a dizer que afinal o avião ainda não tinha saído de Lisboa... Andamos para trás e para a frente, fomos ver os aviões, comer porcarias, enfim, tentar matar o tempo.

Quando finalmente chegou o avião foram as malas que demoraram uma eternidade e eu já não sabia o que mais fazer para entreter uma menina desesperada... o que vale é que tudo acabou em bem.

15/07/2011 Aeroporto Francisco Sá Carneiro
Já que é verão, e o tempo é sempre pouco, fomos de férias. Rumamos a Norte, Vila Praia de Âncora, boas praias e muita nortada, é que o São Pedro não colaborou nem um bocadinho, muito vento, muita nuvem, e até uma chuvinha, assim uma espécie de verão...

Feira Medieval de Caminha
Valeram-nos as noites fantásticas, com muitas corridas no parque depois de ver o por do sol, seguidas da guerra diária entre a piolha e a ida para a cama...

"Olha uma estrela cadente!"
Além do São Pedro a não colaborar, ainda tivemos um imprevisto, apareceu do nada na carinha da Íris uma alergia medonha, fomos a correr para Viana do Castelo em busca de um hospital privado, porque fomos avisados que no estatal íamos ficar a noite toda, e realmente percebemos o quanto somos privilegiados, às 21h, num hospital privado, não havia médicos, sim é verdade, eu já não pedia um pediatra, apenas um médico... A recepcionista simpática fez o favor de ligar para o internamento e pedir ao Sr. Dr. de serviço o favor de ver a menina. Surreal!

De férias sem poder apanhar sol...
 De volta a casa fomos ao pediatra tirar as dúvidas sobre a medicação, alergia, bicho, varicela... ficou a dúvida, o que vale é que o tratamento começou a fazer efeito e as melhoras a aparecer. 

Já que não podíamos apanhar sol, aproveitamos a tarde para ver o fundo do mar no Sealife do Porto.
Piolhinha no Sealife
E pronto, assim foram as férias, os dias que se seguiram foram só a tratar da mudança do quarto da bebé para o quarto de menina...

Cama grande
... e para fazer um corte de cabelo de menina crescida.

Corte de cabelo

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Festa do final do ano lectivo

Hoje foi a festinha da minha piolha linda, ou melhor, abelhinha, a abelhinha mais linda da colmeia que cantou e dançou como gente grande... Aqui a mãe babada inventou uma alergia de ultima hora para disfarçar os olhos cheios de água. 

Tive muito medo de não chegar a tempo, no ano passado vim de Santo Tirso e cheguei já depois da actuação, este ano, mais perto, informei que teria de sair às 16h, tal como no ano passado, a festa estava marcada para as 16h15 e começaria pela entrega dos diplomas dos finalistas. Saí já um pouco depois das 16h, entrei no metro e o sacana nunca mais saia do sítio... quando já estava a desesperar lá arrancou.

Cheguei mesmo no fim da entrega dos diplomas, a piolhinha quando me viu iluminou-se, apesar de estar longe conseguia ouvir "mamã, vovó, mamã, vovó..."

sábado, 25 de junho de 2011

Cuidado com o que se diz em frente às crianças...

Hoje de tarde, prestes a ter um acidente, saiu-me:

- F****-se!
- Que foi, mamã?
- Foi aquele parvalhão que veio para cima do carro da mamã...
- Qual? O popó peto?
- Sim, filha...
- É um patalhão!
(... )
- Tu és a mamã Paula, eu sou a Íris e o popó peto é um patalhão!

Podia ser pior, podia ter decorado o f****-se.

sábado, 11 de junho de 2011

O relógio da Mimi... (Parte 2)

Ainda a consegui fazer sofrer um bocadinho, mas a toda a hora a piolha pedia o relógio... Acabei por lhe fazer a vontade, na esperança de ser sempre possível satisfazer as suas vontades. (especialmente quando se esforça para conseguir o que quer...)



quarta-feira, 8 de junho de 2011

O relógio da Mimi...

2ª feira à noite:
- Mamã, sabes, eu queria um relógio da Mimi...
- Queres um relógio?
- Sim, mamã, da Mimi!
- Da Minie, não queres antes da Kitty?
- Não, mamã, quero da Mimi, de menina...
- Íris, quem é que tem um relógio da Minie?
- A Luísa.

3ª feira ao jantar:
- Mamã, sabes, eu queria um relógio da Mimi...
- Eu sei filha, já falei com o papá, se te portares bem ele traz.
- Traz, mamã?
- Sim, mas tens de te portar bem.

4ª feira de manhã:
- Mamã, o papá?
- O papá não está...
- Vamos busca-lo ao avião!
- Hoje não, filha, ela ainda não vem já...
- Não? Sabes mamã, eu queria um relógio da Mimi...
- Eu sei filha, já falei com o papá, se te portares bem a mamã vai comprar.
- Vais? Da Mimi, de menina!
- Sim, eu sei, igual ao da Luísa...

E lá fui eu comprar o relógio.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A despedir-me dos 33

Hoje comecei a despedir-me dos 33, meti-me na A1 rumo a sul, por momentos consegui deixar de pensar, fui eu e o caminho que me levava onde eu tinha de ir. Às vezes temos de ouvir a voz que nos chama, parar, pensar e depois agradecer. 

Hoje fui agradecer 33 anos, tudo de bom, e também, tudo de mau. Nunca devemos esquecer as coisas más da vida, são elas que moldam a nossa personalidade e nos tornam mais fortes, e então eu fui...

Santuário de Fátima

Em toda a energia que brota da terra neste locar recarreguei baterias, pensei nas pessoas que amo e nas outras também, falei comigo e com a senhora simpática da loja onde parei para comprar uma recordação e sem perder muito tempo voltei a casa. Nem sequer almocei, afinal eu não saí para comer fora...


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Bonequinha...

Aos olhos de quem ama tudo é belo.

Para mim todas as crianças são lindas, meninos, meninas, traquinas, sossegadas, mas a minha bonequinhas será sempre a mais bonita...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Porque hoje o dia é dos pequeninos...

...e de todos os que conseguem libertar a criança que têm no seu interior.

Entrada escolinha

Quando eu era pequenina e se entrava na década de 80 não sei se já se comemorava o dia, mas se havia coisa que eu adorava era ir ao jardim, fosse para dar pão às pombas, andar de bicicleta ou jogar à bola...

Eu há 30 anos

A tradição já não é o que era, agora não se vai ao jardim, vai-se ao parque e até é proibido alimentar os animais na rua, mas há gostos que se herdam geneticamente e a minha bebé linda, passados 30 anos, gosta das mesmas coisas... e eu gosto de ir com ela ao parque.

A Íris hoje

Sozinhas ou em boa companhia, sabe sempre bem comer um gelado ao sol, beber um sumo, jogar à bola... Só falta eu levar a linha e a agulha para fazer o crochet e a minha piolhinha ser ruiva de caracóis para ser igual ao que era há 30 anos.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Os gostos não se discutem...

18h30, Praia do Titã, Matosinhos. Hora de ir para casa, e hora da birra, ou não... 

Perguntei à Íris se queria um gelado para comer no caminho, como se eu não soubesse a resposta... Deixei-a escolher, como de costume, e claro que ela foi de imediato com o demo ao novo gelado da Olá, Red Power. 


O gelado é de nata e tem uma cobertura estranha, supostamente sabe a pastilha elástica, não tem glúten, o que é bom, para quem não pode comer, mas não há palavras para descrever o sabor daquilo, eu diria pior que mau... 

Claro que ouvi logo um "não gosto", mas por uma questão de princípio não lhe dei outro. Ao ver aquela cara tão triste, comi aquela mistela vermelha que sabe mal que tolhe para lhe dar a nata. A Íris ficou contente, eu ainda estou a arrotar áquilo... Mas acredito que os miúdos gostem, é doce, muito doce e vermelho, com dois furos a fazer os olhos. (e custa 1€)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"Whatever walks in my heart will walk alone"

Nightwish- Forever Yours

Fare thee well, little broken heart
Downcast eyes, lifetime loneliness

Whatever walks in my heart will walk alone

Constant longing for the perfect soul
Unwashed scenery forever gone

Whatever walks in my heart will walk alone

No love left in me
No eyes to see the heaven beside me
My time is yet to come
So I'll be forever yours

Whatever walks in my heart will walk alone

No love left in me
No eyes to see the heaven beside me
My time is yet to come
So I'll be forever yours

No love left in me
No eyes to see the heaven beside me
My time is yet to come
So I'll be forever yours

Whatever walks in my heart will walk alone

Whatever walks in my heart

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Ai como eu detesto ligar para call centers...

Quem me conhece sabe que eu tenho muito respeito pelas pessoas que trabalham nos call centers, mas, o que é facto, é que detesto ligar para qualquer serviço pois já sei que algo não vai correr bem...

Mas como o que tem de ser tem muita força e a minha box estás a sofrer de algo grave lá peguei no telefone para ligar ao apoio técnico. Ouvi o ivr, escolhi a opção correcta e no momento em que a chamada é encaminhada para o assistente... tu, tu, tu... 

Caiu, pensei eu, afinal as chamadas nos telefones fixos também caem... e liguei outra vez. Ora "mais uma ficha, mais uma voltinha" ivr lindo, só faltava ser cor de rosa, carrego no 1, ouço as instruções e em vez o assistente o famoso tu, tu, tu...

Ora cliente que paga tem direito a reclamar. Como do apoio técnico não levava nada decidi ligar para o apoio a clientes. A "mocinha" muito simpática, vamos chamar-lhe Leonor, disse-me para voltar a ligar, pressionar o 2, depois o 1 e por fim o 2. em caso de dificuldade para voltar a contactar o apoio. Demais, parecia que estava a jogar no totobola. Agradeci e voltei a ligar. 

Tu, tu, tu... Porra, já chega não?

Ora, para quem não gosta de ligar para call centers dá no mínimo para ferver... Ligo novamente para o apoio, mas desta vez já com uma voz menos calma e a usar termos técnicos, só para enviar a mensagem: "Eu sei o que estou a dizer, não me tratam como se eu fosse muito burra porque isto até pode ser uma chamada de cliente mistério."

Claro que a atitude da Leonor assim que começou a ouvir "o ivr não corresponde às opções que vocês indicam" já estou farta de ter "o sistema em recuperação e a box a reiniciar de 15 em 15 minutos" mudou de atitude, o atendimento passou a ser mais ritmado, solicitou várias vezes para aguardar, fez teste... Sim, porque coincidência, ou não fui atendida pela mesma pessoa.

Foi-me assegurado que não existia nenhum "constrangimento" na linha, mas caso não conseguisse deveria tentar ligar de uma rede móvel. Alertei para o facto de a chamada pelas redes móveis ser 3 vezes mais cára, ao que simpáticamente me foi dito que a chamada não teria um custo além de 3€ e qualquer coisa que não decorei... 

"Inspira, expira, não insultes a menina porque ela está a trabalhar e não tem culpa, estás com sorte porque ainda não te tentou vender nada..."

Bem amei, constrangimento é muito mais bonito que anomalia, brutal, como diz alguém que eu conheço. Mas adiante. Respirei fundo, insultei a mãezinha da Leonor, mas só em pensamento e decidi tentar só mais uma vez, assim por descargo de consciência a ver se o constrangimento já tinha passado...

Tu, tu, tu... Lindo! E eu já escrever um email a reclamar olhei para o telemóvel e pensei, vamos só testar... Tcharam!! Não é que do telemóvel o ivr funciona e transfere a chamada... Muito bom! Sorte que a Sara, chamemos-lhe assim, era muito simpática e despachada e não teve de me aturar. Rapidamente identificou a situação, agendou a visita de um técnico e enviou-me sms com número do pedido, ela não, o siebel, mas não interessa nada... Foi Simpática, rápida e proactiva, gostei.

Agora o que eu não gostei foi de me deixarem aqui plantada em casa, o técnico virá entre as 14 e as 18 horas. Passa das 16 e nada... Mas já recebi resposta ao email, a qual é tão má que decidi não enviar a resposta que escrevi, não vá ter às mãos de alguém que me conhece e eu quando insulto gente conhecida gosto de o fazer na cara.

A minha TV...

domingo, 1 de maio de 2011

Dia da mãe...

A foto foi tirada ontem à noite, mas eu sou mãe todos os dias, e por isso todos os dias é o meu dia.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

E assim foram as férias...

Pois é, quase um mês sem escrever uma linha, shame on me... 

O Zé desta vez chegou de Alfa Pendular, para não variar erro na marcação da viagem, acontece sempre qualquer coisa... Em três semanas reencontrei-me com uma amiga de longa data, fomos passear a Lisboa, foi a Páscoa, fomos ao Zoo de Santo Inácio. Acho que foram as férias em que fomos a mais sítios e fizemos mais coisas juntos, mas sem dúvida as mais cansativas de sempre.

Começando do início, o Zé deveria ter chegado ao Porto dia 8 de avião, mas chegou dia 7 de comboio. Nesse mesmo dia, tinha eu combinado almoçar/lanchar, com uma amiga que não via pelo menos há 10 anos. Almoço cancelado, 9 horas e qualquer coisa vamos para Campanha, a Íris muito contente já desconfiava o que ia fazer.

Chegada Estação de Campanhã
Dia longo este, ainda fomos ao Continente fazer compras para o almoço, que vergonha, eu só tinha uma cebola... De tarde fomos à praia onde reencontrei a minha amiga, coisa rápida, só para ver que estamos "iguais" e prometer marcar novo encontro. A Íris brilhava mais do que o sol...

Praia de Matosinhos
Parecia que com a chegada do Zé, tinha chegado finalmente a primavera, fizemos várias visitas à praia, até almoçamos na praia.

Praia do Molhe
Não nos faltou nada daquilo que o Norte oferece, muito sol, praias lindas, uma valente nortada, lambarices...

Praia de Esmoriz
... e uma semana depois, lá nos aventuramos e fomos os três para Lisboa. Tínhamos uma ideia daquilo que queríamos ver, uma reserva de um quarto de hotel e um GPS.

Assim que chegamos fomos seduzidos pelo Castelo dos Mouros, visível do hotel, e fomos para Sintra. Eu já sabia que era um lugar bonito, mas não pensei que fosse tão bonito. São dezenas e dezenas de fotografias, mas milhares de imagens que a minha mente guardou. Quase que dava para esquecer o mundo lá fora, quase que encontramos o paraíso...

Vista do início do nosso percurso a pé em Sintra
No segundo dia em Lisboa começamos pelos monumentos, fomos à Torre de Belém, caminhamos toda a avenida até ao Monumento aos Descobrimentos, entramos no Mosteiro dos Jerónimos, onde se casaram dois jovens ao fim da manhã e almoçamos no CCB, numa esplanada fantástica.

Mapa das Descobertas
De tarde fomos à Expo, e como não poderia deixar de ser, ao oceanário. O bilhete é caro, mas depois de entrar esquecemos o preço... Alias, um reparo a fazer, tudo é caro. Não é fácil ser turista em Lisboa, a entrada em todo o lado é paga, cheguei mesmo a ver um café que cobrava 1€ para ir à casa de banho.

À saída do Oceanário
No terceiro dia fomos à baixa. No Porto ir à baixa, significa ir à baixa, em Lisboa não é bem assim, são subidas e descidas, ruas intermináveis, mil e uma coisas para ver, tudo se paga, até o ar que se respira, bem, esse ainda não, mas quase...

Senti-me como a ir à cidade, junto ao Castelo de São Jorge, mas Portas do Sol há um parque de estacionamento que estaciona o carro sozinho. Na baixa do Porto há muitos assim, deixamos a chave e o Senhor arruma, quando chegamos perguntamos onde está... Pelo menos é mais rápido, a maquineta é gira, mas demora uma eternidade.

Miradouro Portas do Sol (ou será miratejo?)
Depois foi só descer, descer, paralelo, calçada, eléctricos... Entramos na Sé, estava a decorrer a Missa de Ramos, passamos por todos aqueles sítios de que já ouvimos falar. Subimos o Elevador de Santa Justa, e fomos mesmo ao alto.

Elevador de Santa Justa
Corremos atrás das pombas, atrás da Íris, compramos recordações, percebemos porque é que os Armazéns do Chiado arderam tão violentamente sem grande coisa a fazer, enfim, ficava aqui a noite toda a contar.

À noite, quando vínhamos de jantar, descobrimos acidentalmente uma homenagem ao grande Raul Solnado, mesmo juntinho ao nosso hotel.


A viagem de regresso a casa correu bem, foi uma semana muito curtinha, logo a seguir a Páscoa, mas ainda tivemos tempo para mais uns passeios e para ir ao Zoo de Santo Inácio, já que falhamos o de Lisboa.

Mascotes do Zoo de Santo Inácio
O Zé saiu de casa dia 27, de madrugada, e chegou a Luanda ao fim do dia. A Íris está triste, apesar de hoje ter sido a festa do Dia da Mãe é notório que o comportamento dela mudou, chora mais, faz mais birras, enfim, a miúda é rija...


E assim se passaram três semanas em família, e daí a minha ausência, apesar de ter um PC novo, dedico-lhe muito menos tempo do que faço parecer... :P

sábado, 2 de abril de 2011

Mamã olha o tefone...

Vinha eu com a Íris no carro a ser massacrada com a frase "mamã, quero um chupa..." quando do nada a Íris diz:
 - Mamã, olha o tefone...
e eu nada
 - Mamã, olha o tefone, atende...
e eu, como não ouvia nada, a fazer de conta
 - Mamã, olha o tefone, atende, é o papá...
como estava parada no sinal luminoso, entrei na brincadeira, agarrei-lhe o pé e disse:
 - Está lá?
resposta imediacta
 - Mamã, isso é o meu sapato!
ficou verde e eu arranquei.
 - Mamã, quero um chupa! (50 vezes)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Cão sofre... dona também!

Penso que é do conhecimento da maioria das pessoas que o meu cão, Patanisca ou Ikas Picas, foi castrado porque não se andava a portar muito bem. Começou por um chichi aqui, outro ali, ora vamos destruir um peluche, ora vamos rasgar uma capa de edredão, e aqui a dona "deu-lhe o arroz"...

Desde que foi castrado, o Ikas voltou a ser o amor de cão que fora em tempos, antes de a Estrelinha, a casdelita do rés-do-chão, vir morar morar cá para o prédio. Está um bocado gordo, mas tornou-se num cão confiante e brincalhão. De vez em quando lá faz uma asneira, mas nada de grande importância.

Ontem de manhã, depois de acordar a Íris fui surpreendida pela pergunta "mamã, o que é isto?" a apontar para os Nenucos que estavam no chão. O Ikas já andava pelo quarto e os bonecos estavam salpicados de amarelo, uma cor familiar para quem tem um cão que marca território. Lá fui buscar a Dica da Semana para lhe dar o castigo e o gajo em vez de baixar a orelha, como sempre que faz asneiras, virou-se a mim. Bem fiquei cega!

Mas a vida não pára, meti os bonecos todos na banca para lavar depois, limpei o chão, arranjei a miúda e fui leva-la à escola. Uma destas logo de manhã, bem, é um dia estragado.

Estava eu a lavar a ultima boneca e reparei que o cabelo estava muito gorduroso, comecei a sentir alguns remorsos já a adivinhar que o bicho estava inocente e cheirei o cabelo da boneca... pois é, não era chichi de cão, era óleo das gotas dos ouvidos, tem a mesma cor e uma textura parecida, só que cheira bem. Na quarta de manhã a Íris andou com o frasco na mão, fui confirmar, está quase vazio...

Agora o que me preocupa, além das palmadas que dei ao cão, é: A minha pestinha acusou o cão de forma premeditada para se elibar ou de facto estava a questionar o que era aquilo porque se esqueceu da asneira do dia anterior?

Se de facto ela perguntou por não saber mesmo o que era, tranquilo, acontece, e o cão, mais uma vez, sofreu as consequências de viver com uma criança. Se ela deliberadamente fez a pergunta para incriminar o cão, considerando que tem 3 anos, tenho medo, muito medo daquilo que ainda aí vem...

Impensável ir dormir sem antes dar um biscoito ao Ikas...

domingo, 27 de março de 2011

Eu vi...

Vinha eu de carro com a Íris e em vez do habitual "já chegamos?" de 5 em 5 segundos ela começa a jogar o jogo do eu vi.

E então lá vinha ela com o eu vi isto, eu vi aquilo... e decidi entrar no jogo. Como ela não gosta de perder, foi mais ao menos assim:

- Mamã, eu vi um popó.
- Olha e eu vi um camião, e uma casa cor de rosa e uma festa...
- Mamã, tu vês muitas coisas!

Fim de jogo.

terça-feira, 22 de março de 2011

...agora que tenho uns minutinhos para explicar...

A vida vale a pena? Eu digo que vale, enquanto existir pelo menos um Homem que ame os Animais, vale...

Passo a explicar-me: Hoje de tarde vinha eu a passar na rua, junto ao café, onde estão sempre uns jovens desocupados, muitas vezes a fumar coisas ilegais, mas que tirando o barulho de noite não fazem mal a ninguém. Deviam estar a preparar-se para ir embora, metade num carro e metade no outro. Os do carro de trás entraram em pânico e desataram a gritar e a buzinar para o carro da frente, e então porquê? Não, não foi por terem a cabeça cheia "do que faz rir", foi porque encostado à roda do carro da frente, prestes a ser atropelado estava um gatinho.

Ainda fui lá dar uma ajuda a chamar o gato para o passeio, que ainda é novinho e ficou todo atarantado com o que se passou. Os jovens aliviados foram à vida deles e eu fiquei no passeio a dar queijo ao gato e a tentar, sem o menor sucesso, apanha-lo... Rapidamente apareceram outros, aparentemente irmãos e lá foram todos contentes para os quintais.

Moral da história: "As aparências iludem" e os gatos são distraídos.

sábado, 19 de março de 2011

Dia do Pai...

Ontem foi a festa na escolinha da Íris, os meninos levaram o pai para o pequeno almoço e deram as prendas que fizeram... Como de costume, lá fui eu tirar a fotografia e receber a prenda.

Prenda do Dia do Pai feita pela Íris na escola.

Quando fui buscar a Íris ela estava a fazer um desenho e trouxe para o pai. Guardei-o. Deixei-a nos avós e fui passear o cão.

Desenho para o papá.

Quando cheguei disse:
- Já mandei o desenho para o papá.
- Já chegou?
- Sim, filha.
A Íris pega no casaco e diz:
- Vamos busca-lo mamã, vamos!

Não passou de um mal entendido, mas tenho uma criança com o coraçãozinho destroçado porque só fala em ir buscar o pai ao avião. Com 3 anos ela não entende que faltam 20 dias para o pai chegar. Já lhe dei uma prenda que o pai "mandou" para agradecer o desenho, mas continua a dizer que quer ir busca-lo...

Ursinho Roo que o papá "mandou" a agradecer o desenho.

quarta-feira, 16 de março de 2011

...


Linger

It feels so warm when you are near
You are all I want to feel
Tell me now, is this for real?
It’s hard to believe
We’re all lost and travelled high, cannot find my peace of mind
When the sun will rise again, we’ll fly away

Take the stairs to the stars
Wander long, travel far

Someday

A summer breeze made all of the winters freeze
Autumn leaves
There’s no chance for spring’s romance
We linger on but leave the past behind us
Old lovers live it all anew
But chances are so few

Windows open up to life
Put your worries all aside
Sacred silence closes doors for opened eyes

Take the stairs to the stars
Wander long, travel far

Someday
Always

A summer breeze makes all of the winters freeze
Autumn leaves
There’s no chance for spring’s romance
We linger on but leave the past behind us
Old lovers live it all anew
But chances are so few
And choices are so true...

terça-feira, 15 de março de 2011

Para ti Rafael...

Se há coisa que põe de lágrimas nos olhos instantaneamente é uma criança doente. Não falo daquelas coisas que todos têm de ter para se tornarem adultos saudáveis, falo de doenças a sério que fazem crianças e pais mudarem-se para a pediatria de um hospital público.

Ora se isto me toca quando não é nada comigo, quando é com alguém que conheço arrasa-me. Soube ontem que o meu primito está internado na pediatria do Hospital de São João e que vai precisar de um coração. O Rafael tem 7 anos, um irmão de 2 anos e perdeu a mãe há cerca de um ano e meio por insuficiência cardíaca. Ela já não chegou com vida ao hospital, ele quase ficou pelo caminho.

O meu primo João, o pai, está há uma semana a viver numa cadeira de hospital, não consegue deixar o filho, parece que o Rafael já está melhor, livre de perigo, mas vai ser sempre uma criança em risco e vai precisar de um coração novo.

Que fé pode aguentar isto? Como é possível acreditar que Deus é bom e é amor quando se vê tanta tristeza. Nós crescemos a saber que vamos perder os avós, os pais, os tios, alguns amigos e até quem sabe a pessoa que amamos, mas não há nada que nos possa preparar para saber que a qualquer momento podemos perder um filho.

O João, é da minha idade, é o quarto filho que os meus tios já não pensavam ter. Os meus tios têm mais de 70 anos, têm já netos adultos e qualquer dia bisnetos. Estão desfeitos, são pessoas simples, sempre viveram no campo, ontem andavam a semear batatas enquanto pediam a Deus que lhes salve o neto. Só tenho lágrimas, não tenho mais palavras...

"Mamã, gosto muito de ti!"

Ela endoidece-me, mas coração de mãe perdoa...


- Mamã, gosto muito de ti!
- A mamã também gosta muito de ti...

sábado, 12 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

As redes sociais...

Isto das redes sociais está a tornar-se num fenómeno, não tenho outra palavra para descrever. Recentemente ouvi uma história sobre um rapaz que durante uma entrevista de emprego tomou conhecimento de que o entrevistador estava a navegar no seu perfil do facerbook. 

Comigo ainda não aconteceu nada de mais, apenas tive de mudar a password porque tentaram aceder à minha conta por um servidor de um país que nem sei bem onde fica e, de um momento para o outro, começo a trocar emails, falar em chats e até tomar café com pessoas que faziam parte da minha vida no século passado e com quem perdi o contacto. 

Isto pode parecer estranho para alguns dos meus amigos que estão ainda nos "vintes", mas eu tenho telemóvel desde 1998, altura em que ainda não era qualquer pessoa que andava de tijolo na carteira e internet mais ao menos desde a mesma altura. Não existiam redes sociais, tínhamos email e falávamos no mirc com um grupo restrito de pessoas, éramos os nerds da altura...
Hoje, qualquer miúdo de 10 anos nos dá uma lição bem dada e nos mostra o quanto fomos ultrapassados, mas não deixa de ser bom reencontrar pessoas que fizeram e fazem parte da nossa vida. Hoje fui encontrada por uma grande amiga do passado que a vida separou. Já ganhei o dia. Ela sabe quem é.

Beijos a todos os que não perdi e aos que foram encontrados graças às maravilhas das redes sociais, nomeadamente o facebook.

terça-feira, 8 de março de 2011

Todos os dias o dia é nosso...

Todos os dias somos amigas, companheiras, mães, filhas, sedutoras, guerreiras... Todos os dias somos poderosas, porque somos mulheres. 

Todos os dias somos umas pelas outras, e contra as outras, somos como os homens, e pelos homens, porque um homem não é ninguém sem uma mulher que o gere e o traga ao mundo, cuide, ame e liberte para que seja amado.

Todos os dias são nossos, porque todos os dias somos mulheres.

Por Luis Royo

A pedido de muitas famílias...

A minha Cinderela já abandonou a quadra festiva e decidiu constipar-se. Nada de anormal para a época do ano, e aqui a mãe decidiu dar-lhe actifed para o pingo. O pingo realmente parou, mas a tosse piorou... Toca a dar xarope. 

Ora xarope do pingo com xarope da tosse deu direito a grande moca... A juntar à barrigada do jantar em casa da avó resultou em sono pesado, tosse, cabeçadas à cama, enfim, eram 2 horas estava aqui a mãe a pegar na Íris em peso morto e a leva-la para a minha cama, ao menos não tinha de me levantar de 10 em 10 minutos.
De facto não me levantei mais, a pestinha de vez em quando acordava com a tosse e agarrava-se a mim, depois desatava às sapatadas e pontapés, não vamos esquecer mais tosse e resmunguice... 

Conclusão, não dormi nada. 9 da manhã estava eu a deixar a peste fresquinha que nem uma alface no infantário e com uns olhos de meter medo ao susto, o que vale é que é Carnaval e assim não gastei dinheiro na máscara, foi só por o elástico.

Ao menos consegui ir jantar fora, mas desengane-se quem pensa que foi grande festarola, porque eram 21h15 estava eu a entrar no meu foguete e às 21h30 estava a picar o ponto em casa dos meus pais... À hora do costume, a minha bebé linda saltava e fazia macacadas na casa de banho.

Miminho depois do banho...

Tarja - The Eyes of a Child (LIVE)