Vinha eu de carro com a Íris e em vez do habitual "já chegamos?" de 5 em 5 segundos ela começa a jogar o jogo do eu vi.
E então lá vinha ela com o eu vi isto, eu vi aquilo... e decidi entrar no jogo. Como ela não gosta de perder, foi mais ao menos assim:
- Mamã, eu vi um popó.
- Olha e eu vi um camião, e uma casa cor de rosa e uma festa...
- Mamã, tu vês muitas coisas!
Fim de jogo.
Esta página é uma forma de me ligar a mim e a todos que amo. As fotografias da memória trazem-nos a cada momento recordações, mas também se perdem na agitação da cidade, nos anos que passam e nas vidas que se cruzam com a nossa... Não quero perder mais recordações e, já que as novas tecnologias estão aqui, vamos aproveita-las.
domingo, 27 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
...agora que tenho uns minutinhos para explicar...
A vida vale a pena? Eu digo que vale, enquanto existir pelo menos um Homem que ame os Animais, vale...
Passo a explicar-me: Hoje de tarde vinha eu a passar na rua, junto ao café, onde estão sempre uns jovens desocupados, muitas vezes a fumar coisas ilegais, mas que tirando o barulho de noite não fazem mal a ninguém. Deviam estar a preparar-se para ir embora, metade num carro e metade no outro. Os do carro de trás entraram em pânico e desataram a gritar e a buzinar para o carro da frente, e então porquê? Não, não foi por terem a cabeça cheia "do que faz rir", foi porque encostado à roda do carro da frente, prestes a ser atropelado estava um gatinho.
Ainda fui lá dar uma ajuda a chamar o gato para o passeio, que ainda é novinho e ficou todo atarantado com o que se passou. Os jovens aliviados foram à vida deles e eu fiquei no passeio a dar queijo ao gato e a tentar, sem o menor sucesso, apanha-lo... Rapidamente apareceram outros, aparentemente irmãos e lá foram todos contentes para os quintais.
Moral da história: "As aparências iludem" e os gatos são distraídos.
sábado, 19 de março de 2011
Dia do Pai...
Ontem foi a festa na escolinha da Íris, os meninos levaram o pai para o pequeno almoço e deram as prendas que fizeram... Como de costume, lá fui eu tirar a fotografia e receber a prenda.
Quando fui buscar a Íris ela estava a fazer um desenho e trouxe para o pai. Guardei-o. Deixei-a nos avós e fui passear o cão.
Quando cheguei disse:
- Já mandei o desenho para o papá.
- Já chegou?
- Sim, filha.
A Íris pega no casaco e diz:
- Vamos busca-lo mamã, vamos!
| Prenda do Dia do Pai feita pela Íris na escola. |
Quando fui buscar a Íris ela estava a fazer um desenho e trouxe para o pai. Guardei-o. Deixei-a nos avós e fui passear o cão.
![]() |
| Desenho para o papá. |
Quando cheguei disse:
- Já mandei o desenho para o papá.
- Já chegou?
- Sim, filha.
A Íris pega no casaco e diz:
- Vamos busca-lo mamã, vamos!
Não passou de um mal entendido, mas tenho uma criança com o coraçãozinho destroçado porque só fala em ir buscar o pai ao avião. Com 3 anos ela não entende que faltam 20 dias para o pai chegar. Já lhe dei uma prenda que o pai "mandou" para agradecer o desenho, mas continua a dizer que quer ir busca-lo...
| Ursinho Roo que o papá "mandou" a agradecer o desenho. |
quarta-feira, 16 de março de 2011
...
Linger
It feels so warm when you are near
You are all I want to feel
Tell me now, is this for real?
It’s hard to believe
We’re all lost and travelled high, cannot find my peace of mind
When the sun will rise again, we’ll fly away
Take the stairs to the stars
Wander long, travel far
Someday
A summer breeze made all of the winters freeze
Autumn leaves
There’s no chance for spring’s romance
We linger on but leave the past behind us
Old lovers live it all anew
But chances are so few
Windows open up to life
Put your worries all aside
Sacred silence closes doors for opened eyes
Take the stairs to the stars
Wander long, travel far
Someday
Always
A summer breeze makes all of the winters freeze
Autumn leaves
There’s no chance for spring’s romance
We linger on but leave the past behind us
Old lovers live it all anew
But chances are so few
And choices are so true...
It feels so warm when you are near
You are all I want to feel
Tell me now, is this for real?
It’s hard to believe
We’re all lost and travelled high, cannot find my peace of mind
When the sun will rise again, we’ll fly away
Take the stairs to the stars
Wander long, travel far
Someday
A summer breeze made all of the winters freeze
Autumn leaves
There’s no chance for spring’s romance
We linger on but leave the past behind us
Old lovers live it all anew
But chances are so few
Windows open up to life
Put your worries all aside
Sacred silence closes doors for opened eyes
Take the stairs to the stars
Wander long, travel far
Someday
Always
A summer breeze makes all of the winters freeze
Autumn leaves
There’s no chance for spring’s romance
We linger on but leave the past behind us
Old lovers live it all anew
But chances are so few
And choices are so true...
terça-feira, 15 de março de 2011
Para ti Rafael...
Se há coisa que põe de lágrimas nos olhos instantaneamente é uma criança doente. Não falo daquelas coisas que todos têm de ter para se tornarem adultos saudáveis, falo de doenças a sério que fazem crianças e pais mudarem-se para a pediatria de um hospital público.
Ora se isto me toca quando não é nada comigo, quando é com alguém que conheço arrasa-me. Soube ontem que o meu primito está internado na pediatria do Hospital de São João e que vai precisar de um coração. O Rafael tem 7 anos, um irmão de 2 anos e perdeu a mãe há cerca de um ano e meio por insuficiência cardíaca. Ela já não chegou com vida ao hospital, ele quase ficou pelo caminho.
O meu primo João, o pai, está há uma semana a viver numa cadeira de hospital, não consegue deixar o filho, parece que o Rafael já está melhor, livre de perigo, mas vai ser sempre uma criança em risco e vai precisar de um coração novo.
Que fé pode aguentar isto? Como é possível acreditar que Deus é bom e é amor quando se vê tanta tristeza. Nós crescemos a saber que vamos perder os avós, os pais, os tios, alguns amigos e até quem sabe a pessoa que amamos, mas não há nada que nos possa preparar para saber que a qualquer momento podemos perder um filho.
O João, é da minha idade, é o quarto filho que os meus tios já não pensavam ter. Os meus tios têm mais de 70 anos, têm já netos adultos e qualquer dia bisnetos. Estão desfeitos, são pessoas simples, sempre viveram no campo, ontem andavam a semear batatas enquanto pediam a Deus que lhes salve o neto. Só tenho lágrimas, não tenho mais palavras...
"Mamã, gosto muito de ti!"
Ela endoidece-me, mas coração de mãe perdoa...
- Mamã, gosto muito de ti!
- A mamã também gosta muito de ti...
- Mamã, gosto muito de ti!
- A mamã também gosta muito de ti...
sábado, 12 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
As redes sociais...
Isto das redes sociais está a tornar-se num fenómeno, não tenho outra palavra para descrever. Recentemente ouvi uma história sobre um rapaz que durante uma entrevista de emprego tomou conhecimento de que o entrevistador estava a navegar no seu perfil do facerbook.
Comigo ainda não aconteceu nada de mais, apenas tive de mudar a password porque tentaram aceder à minha conta por um servidor de um país que nem sei bem onde fica e, de um momento para o outro, começo a trocar emails, falar em chats e até tomar café com pessoas que faziam parte da minha vida no século passado e com quem perdi o contacto.
Isto pode parecer estranho para alguns dos meus amigos que estão ainda nos "vintes", mas eu tenho telemóvel desde 1998, altura em que ainda não era qualquer pessoa que andava de tijolo na carteira e internet mais ao menos desde a mesma altura. Não existiam redes sociais, tínhamos email e falávamos no mirc com um grupo restrito de pessoas, éramos os nerds da altura...
Hoje, qualquer miúdo de 10 anos nos dá uma lição bem dada e nos mostra o quanto fomos ultrapassados, mas não deixa de ser bom reencontrar pessoas que fizeram e fazem parte da nossa vida. Hoje fui encontrada por uma grande amiga do passado que a vida separou. Já ganhei o dia. Ela sabe quem é.
Beijos a todos os que não perdi e aos que foram encontrados graças às maravilhas das redes sociais, nomeadamente o facebook.
terça-feira, 8 de março de 2011
Todos os dias o dia é nosso...
Todos os dias somos amigas, companheiras, mães, filhas, sedutoras, guerreiras... Todos os dias somos poderosas, porque somos mulheres.
Todos os dias somos umas pelas outras, e contra as outras, somos como os homens, e pelos homens, porque um homem não é ninguém sem uma mulher que o gere e o traga ao mundo, cuide, ame e liberte para que seja amado.
Todos os dias são nossos, porque todos os dias somos mulheres.
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| Por Luis Royo |
A pedido de muitas famílias...
A minha Cinderela já abandonou a quadra festiva e decidiu constipar-se. Nada de anormal para a época do ano, e aqui a mãe decidiu dar-lhe actifed para o pingo. O pingo realmente parou, mas a tosse piorou... Toca a dar xarope.
Ora xarope do pingo com xarope da tosse deu direito a grande moca... A juntar à barrigada do jantar em casa da avó resultou em sono pesado, tosse, cabeçadas à cama, enfim, eram 2 horas estava aqui a mãe a pegar na Íris em peso morto e a leva-la para a minha cama, ao menos não tinha de me levantar de 10 em 10 minutos.
De facto não me levantei mais, a pestinha de vez em quando acordava com a tosse e agarrava-se a mim, depois desatava às sapatadas e pontapés, não vamos esquecer mais tosse e resmunguice...
Conclusão, não dormi nada. 9 da manhã estava eu a deixar a peste fresquinha que nem uma alface no infantário e com uns olhos de meter medo ao susto, o que vale é que é Carnaval e assim não gastei dinheiro na máscara, foi só por o elástico.
Ao menos consegui ir jantar fora, mas desengane-se quem pensa que foi grande festarola, porque eram 21h15 estava eu a entrar no meu foguete e às 21h30 estava a picar o ponto em casa dos meus pais... À hora do costume, a minha bebé linda saltava e fazia macacadas na casa de banho.
| Miminho depois do banho... |
Tarja - The Eyes of a Child (LIVE)
domingo, 6 de março de 2011
A minha Cinderela...
Eu queria Minie, ela queria Branca de Neve, quando fomos comprar passou a ser Cinderela... A máscara é reversível, tem o lado camponesa e o lado princesa, mas confesso que o lado camponesa é mais bonito, e princesa já ela é todos os dias...
Hoje fomos ao Parque da Cidade dar bolachinhas aos patos. A Íris adora ir ao parque, vamos muitas vezes e costumamos levar o companheiro de corridas, Ikas Picas, o cão, hoje levamos os avós. Estava a ver quando é que um deles agarrava um pato para o jantar, mas até se portaram bem.
| A rainha, a princesa e eu... |
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