sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Teste Parte II

Eu gostava mesmo era de partilhar o post com o título "Como é que passaram 20 anos" mas a Blogger não está a colaborar... 

Teste...

Porque raios não consigo partilhar o post anterior?

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Como é que passaram 20 anos?

Hoje fui invadida de nostalgia pelas recordações que me trouxe From the Sky Down, mas comecemos do início, Achtung Baby.

Ontem, andava eu a passear-me pelo You Tube e apercebi-me, mais uma vez, do quanto eu sou distraída. SOCORRO!! Então não é que anda aí um DVD a piscar-me o olho cada vez que vou à fnac e o gajo ainda não estava a morar cá em casa, como é possível? É que até me lembro de distraidamente comentar em nota mental o facto de a capa e do título serem originais, From The Sky Down, bom título...


Ora, como não gosto de perder tempo, hoje, logo de manhã, desloquei-me à fnac mais próxima... para ser perfeito só se fosse em VHS, e claro, se eu tivesse um leitor VHS em casa para poder ver o filme.

Quem viveu esta aventura comigo, ou como eu vivi entende, há 20 anos, bem há 20 anos não havia internet, comprávamos o Blitz religiosamente e víamos o Top+, éramos adolescentes tão iguais aos de hoje, mas com dramas diferentes... Achtung Baby foi o meu 3º CD, mas o primeiro que fui eu a escolher comprar mesmo não sabendo pronunciar o titulo.


Graças ao Blitz, ao Top+ e a um cartaz colado no portão da escola a anunciar uma festa num bar da Rua de Cedofeita conheci algumas das pessoas com quem vivi dos momentos mais intensos da minha vida, algumas de quem perdi o contacto, algumas que já nem recordo o nome, mas que contribuíram para a formação do meu carácter, todos unidos pelo amor a uma banda, todos diferentes, todos fans...

Os mais novos, agora, são privilegiados pelo acesso a tudo, pelo acesso à informação. Quando eu com 15 anos me desloquei a Lisboa, com os apontamentos de Filosofia debaixo do braço, e maravilhada porque ia para o meu 1º concerto, e porque ia ver os meus ídolos não sonhava que a iria ter uma filha que aos 2 anos iria ver o Panda e aos 3 seria fan de uma banda, ok, para crianças, e iria andar tipo adolescente doida atrás deles em todos os showcases fnac... há 20 anos se o conceito showcase já existia, não era por cá, muito menos as lojas fnac...




sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

No escurinho do cinema...

Ontem decidi que hoje ia passar o dia com a minha piolha eléctrica, eu sei, há algo de masoquista em mim, mas acho que faz parte da vida mimar as crianças e achei que seria um bom dia...

Depois de uma noite mal dormida, e de ser arrancada da cama às 7 da madrugada, deparei-me com um céu cinzento, bolas, pensei, lá se vão os planos de brincadeiras ao ar livre. Decidi fazer-lhe a vontade e ir ao cinema, primeiro filme no grande ecrã, para maiores de 4, ok, seja, vamos lá ver os esquilos a cantar Lady Gaga.

Peregrinação ao Norte Shopping, sim, loucura, ir ao Norte Shopping no dia anterior à véspera de Natal, mas onde é que eu deixei o juízo?

Mesmo em cima da hora, lá comprei os bilhetes, fiz uma finta às pipocas, engoli um café, fiz a visita da praxe ao WC e mesmo a tempo entramos na sala...

Até ao intervalo tudo tranquilo, depois, bem, depois já era tempo a mais sentada e acho que o filme perdeu o encanto, mas podia ter corrido pior, bem pior!!

domingo, 18 de dezembro de 2011

A pele que há em mim

Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pela que há em mim
Tu não sabes nada...

Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, pra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Pra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
O teu colo a ferver
O teu sangue de flor
Já não quero saber.

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada
O meu barco vazio, na madrugada
Vou deixar-te no frio
Da tua fala
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Boas Festas

Este ano não estou a conseguir entrar no espírito, mas claro, para a minha bebé não vai faltar nada...

Dias de chuva...

A minha piolhinha hoje não foi à escola, ontem foi a festinha de natal da infantil e hoje a dos "grandes"... Amanheceu de chuva, e à hora do almoço piorou. A muito custo lá a convenci a dormir um bocadinho, vi o cartaz do cinema, as trailers dos files infantis, procurei e dei voltas à cabeça a pensar em como iria ocupar a tarde. 

15h lá fui eu até ao canto mais colorido e fofo da casa, sessão de beijinhos e abraços e, com calma lá comecei a explicar que estava chuva, podíamos ir ao shopping, mas se calhar está cheio...

Mamã, vamos ficar em casa a brincar!

Pintamos uns desenhos, vimos a Sininho e brincamos às fadas... é mesmo maravilhoso o mundo das crianças...

domingo, 4 de dezembro de 2011

Coisas que acontecem...

- Íris, as galochas estão bem?
- Sim, mamã.
- E andas bem?
- Sim.
- Não te parecem ao contrário?
- Não.
- Mas estão!
- Não estão nada, mamã, foste tu que calçaste-mas...
- Tens rezão, filha, estão bem...